Lula quer nova Constituinte em 2011
Posted by KG | Posted in Amor ao Brasil | Posted on 12:11 PM
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Porque somos únicos e, assim, importantes!



O que você acha?

Os meus blogs indicados são de grandes amigos que fiz no mundo da blogosfera:
Obrigado, Sá!
Um dia alguém me ensinou que ora aprendemos pelo amor, ora pela dor. Confesso que, apesar de esse alguém ser, não digo uma pessoa, mas algo muito sublime para eu jamais poder descrer, não aprendi; ou melhor, não compreendi. Como poderia ser a dor um meio para um aprendizado? Dúvidas acerca de justiças e injustiças pairaram em minha mente...
Para falar a verdade, o “ensinamento” tratado referia-se ao crescimento do ser humano, de sua alma... Por esta razão, não pude compreender como poderia haver um desígnio Maior nessa relação; viemos aqui para sofrer?
“Não; não viemos aqui para sofrer!”, foi-me dito exatamente assim. De mais um aprendizado, pude entender: acontece, há vezes em que a pessoa só se desnuda de sua prepotência, quando “cai ao solo” e abaixo de tudo consegue olhar para cima e ver Coisa Maior... Ficara, assim, mais claro tal desígnio. Mas, e as demais dores impostas a alguém, tal como as provindas de doenças ou fatalidades? Dúvidas essas que pairaram em minha mente...
Tudo tem seu tempo certo e, da mesma forma, as respostas também vêm oportunamente. Em minha peregrinação espiritual – vamos assim dizer –, li e vivi muita coisa. Nada perdido, sim conduzido... E, das orientações recebidas, ainda que não completo o “quebra-cabeça”, consegui formatar um pouco mais meu Ser, compreendendo um pouco melhor aquela expressa outrora dita. Dos ensinamentos orientais, pude aprender algo a respeito dos dharmas e karmas; das lições cristãs, o amor ao próximo, o perdão; das mediúnicas horas e horas emprestadas, muitos e muitos aprendizados; muitos desses, situações vividas por outras pessoas, cujas lições destinavam-se a mim mesmo...
Posso estar completamente enganado, afinal o erro também faz parte do acerto – duas faces de uma mesma moeda –, mas digo que, hoje, acredito não haver fatalismos ou situações dignas de dó. Metaforicamente falando, seria algo assim: às vezes “ficar de recuperação”, ou ser reprovado, é necessário para o aluno aprender uma lição... Somos eternos alunos, não? Lições a serem vividas, resgatadas... Quando a coisa fica feia, a gente se apega a Deus, não? Descrer não seja “coisa” de Deus abala nossas convicções, nossos dogmas. Melhor pensar assim!
De uma situação de dor, não caberia nada mais a não ser uma sepulcral frieza? Acredito que não; muitas vezes não podemos alterar um rumo já traçado, mas podemos dividir a carga com alguém... Acredito que todos têm de passar por situações já estabelecidas. Quer ver? Quantas e quantas vezes você já desejou algo, lutou muito por isso e jamais conseguiu? No entanto, quantas e quantas vezes coisas jamais esperadas praticamente desabaram em sua frente; coisas essas que outros até poderiam “vender suas almas” para estarem em seus lugares? Destino... Karma e Dharma...
Isto não quer dizer que devamos ser insensíveis às dores alheias, sim entendermos que talvez seja essa uma providência divina. Sendo algo para seu bem, apesar de contraditória a situação, é algo a ser respeitado e compartilhado. Eu disse que muitas vezes não há o que se fazer, mas, às vezes, há. Poderia ser você um instrumento – algo que também esteja em seu caminho – para que alguém não sofresse, ou se fizesse amenizar seu sofrimento? Sim, talvez... Na dúvida, aprendi a praticar a compaixão, colocando-me no lugar dos que vejo, tentando assimilar, um pouco que seja, suas dores, suas perdas! Talvez esse seja meu caminho; talvez, estejam possibilitando meu aprendizado “por amor”... Talvez, esteja de todo errado; mas, tudo bem, não sofro tanto e, no que posso, ajudo a amenizar os sentimentos dos que me rodeiam!

"Se o fim natural de todos os homens é a realização de sua própria
felicidade, não basta agir de modo a não prejudicar ninguém. Isto seria uma
máxima meramente negativa. Tratar a humanidade como um fim em si implica o dever
de favorecer, tanto quanto possível, fim de outrem. Pois sendo o sujeito um fim
em si mesmo, é preciso que os fins de outrem sejam por mim considerados também
como meus."
Immanuel Kant
